à partida quando tomamos alguma grande decisão esperamos certas reacções de determinadas pessoas. verdade, estou sempre a dizer que nunca elevo as minhas expectativas em relação a nada mas também tenho os meus dias expectante. quando comuniquei a minha decisão achei que certas reacções iam ser diferentes. esperava mais, um bocado mais. estou desejosa de contar mas não quero más energias e mau karma só porque há pessoas que não têm bom coração. tem sido uma montanha russa de emoções e todos os dias a minha opinião é diferente. aqueles em que estou assustada são os piores. tenho muito medo de mudanças e novas introduções na vida, o que me deixa sempre de pé atrás. lembro-me de decidir vir para o dubai praticamente sem pensar. e dessa forma quase não temos tempo de nos arrepender. as coisas acontecem sem darmos por elas e senti-mo-nos impotentes perante tanta coragem. como já disse, tenho sorte em ter alguém com muita mais coragem que eu. para além de ter um par de tomates naturalmente, tem-nos subjectivamente. isso incentiva-me a procurar sempre mais e melhor. e também em conversa com a rebeca no outro dia, a falar de boas vibrações e que temos é de nos sentir bem, não podia concordar mais. se não nos sentirmos bem de que é que vale a pena? se não estamos felizes porquê continuar? tudo isto vale a pena porque devemos fazer tudo ao nosso alcance para ser felizes. há quem tenha mais oportunidades, há quem tenha menos. o que interessa é fazer funcionar. fazer resultar. estou a entrar numa fase positiva da minha vida, apesar das mudanças. e quero contar com todos à minha volta para seguir em frente!
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domingo, 5 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
salaam Dubai!
pois é, parece que o top da infâmia se mudou para o dubai. chegou há três dias e ainda não se acomodou. esta ponta do mundo mostra cores bastante diferentes daquelas a que estamos habituados. é estranho pensar que não estou aqui de férias, que provavelmente vou ficar e vou ter de me habituar a estes modos de vida. não há só um. por enquanto é cedo para perceber se realmente gostamos do que estamos a viver. ainda não temos residência permanente nem trabalho garantido. estamos no limbo. o meu namorado já tem uma perspectiva mas está tudo em areias movediças, literalmente. a cidade é muito estranha. tem recantos e "zonas". é demasiado desenvolvida em alguns aspectos menos essenciais e falha em aspectos básicos. demasiado dinheiro em mãos erradas. vive-se de uma forma a que não estamos habituados e é uma cidade feita para pessoas com bastante dinheiro. em termos de preços de comida e utensílios para casa não há grande diferença para Portugal. na roupa ainda não sabemos. apesar de as nossas visitas a locais públicos nos últimos dois dias terem sido baseadas em centros comerciais. com mais tempo conto mais pormenorizadamente. mas de uma forma geral, isto de assumir um compromisso com o namorado está a correr, até agora, bem. nota-se perfeitamente que somos um casal jovem e que gostamos um do outro. embarcámos nesta aventura com a idade certa e no momento ideal.
quando tiver outra oportunidade, reporto!
quando tiver outra oportunidade, reporto!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
panic much?
parece que já é oficial e que já vos posso contar as notícias todas que tenho. não sei se comece pelas boas ou pelas más. mas talvez comece pela mais importante, a minha avózinha paterna deixou-nos. repentina e subitamente. apesar de já estar doente há uns meses, acabou por ceder a uma infecção de pele. soube ontem e vim a correr para casa, estar com a família e vê-la uma última vez, mesmo que a dormir. esta semana começou domingo, bastante agitada e com decisões life changing. com a minha avó estava tudo, aparentemente bem, mas decidi ir com o meu namorado para o dubai, e não de férias. vamos arriscar e embarcar juntos para a cidade taxless. ele com emprego garantido, mas à experiência e eu com algumas propostas. segunda e terça foram dias agitados, passaportes, cancelamento de inscrições, mantimentos, planos, contar a amigas e amigos. quarta acordei para terríveis notícias, choro e gritaria. continuaram os preparativos e uma viagem bem longa e tardia para lagos. amanhã, depois de tudo, tenho de ir a correr para lisboa terminar os assuntos que não podem ser resolvidos no fim-de-semana. finalmente o fim-de-semana vai ser de arrumações, despedidas e malas. tem sido tudo bastante repentino e até agora a única coisa que me preocupa são as 7 horas de avião de londres ao dubai! credo que tenho medo de andar de avião. e desde domingo já tive quatro ataques de pânico. tem sido uma montanha-russa de emoções que não estão para descansar. esta e a próxima semanas vão ser as primeiras do resto da minha vida. mesmo que só à experiência o dubai pode tornar-se na minha casa nos próximos anos. mais não seja um grande passo a dar na minha relação pelo compromisso que assumimos. não falemos mais disto que as novidades são só para ser dadas e não para serem interiorizadas. pelo menos não por enquanto.
sábado há despedidas ou um até já.
sábado há despedidas ou um até já.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
a insustentável leveza de existir.
os últimos meses foram os mais estranhos, complicados, diferentes e cheios de primeiras vezes de sempre. especialmente as últimas duas semanas que culmataram com a entrega da dissertação. algo em mim pareceu transformar-se e responsabilizar-se pelo que se ia passar. foram dias e noites intensos de trabalho, de paranóia. não consegui descansar até hoje. tive o meu primeiro dia de verdadeiro descanso. fui para a cama às duas e tal da manhã, acordei às dez e depois de um passeio na praia, dormi a tarde praticamente toda. acabar a dissertação foi, no mínimo estranho. apercebi-me que nos últimos meses não me tenho sentido eu. não tenho sido eu. e não quero continuar a não me sentir eu. não me está a fazer bem nem às pessoas que convivem comigo. estou amarga, assustada, ansiosa, nervosa. detesto. duvido de mim e de todos, do que me dizem e do que faço. acho-me cheia de razão quando não tenho. e pior, que só agora é que estou a ter noção disso. senti-me muitas vezes mal, o que não é normal em mim. deixei-me levar pelo tempo passar e tornei-me amarga. e nunca fui uma pessoa amarga. estou a ressentir isso e deixa-me doente. apesar disso, entreguei o documento na sexta-feira, com tudo o que era preciso e me foi pedido e sem o sentimento de missão cumprida. o processo ainda não acabou. mas tenho de entrar numa nova fase da minha vida e fazer-me a ela! o primeiro passo é fazer anos. o segundo é arranjar trabalho. o terceiro, consciencializar-me daquilo que é ter o meu dinheiro e gastar dele. o quarto.. não estou preparada para falar nele. tudo a seu tempo como tanto me é dito. hoje, arrependo-me de ser tão impaciente e imediatista. não consigo esperar que as coisas aconteçam, sinto que tenho de as pressionar. mas não é produtivo. nem afectivo. ter calma faz parte de crescer, de nos tornarmos alguém que até hoje nunca fomos e realmente sentir que evoluímos e amadurecemos. este passo gigante de entregar a tese que andou a fermentar a minha vida nos últimos meses constitui parte do que eu sou agora, mas servia como um pano a tapar os olhos. sinto que me fui perdendo pelo percurso e preciso urgentemente de me encontrar. não quero que o que eu sou ofusque quem eu era. adoro quem eu era. e já não me sinto assim há muito tempo. quando todos os problemas começaram. sem negligenciar problemas a sério. mas a que é que eu posso pregar senão à minha própria existência?
sexta-feira, 17 de junho de 2011
2021
ora bem, há três dias fui fazer testes de personalidade porque estou a concorrer a uma bolsa para estágio abroad. feitos por uma agência de recursos humanos, os testes demoraram aproximadamente três horas, em grupos de dez pessoas. no meu estavam apenas nove porque um dos elementos faltou. posso-vos dizer que foram três horas que passaram num instante e gostei bastante da dinâmica do nosso grupo.
um dos exercícios pedia que escrevêssemos um pequeno texto a descrever o que estaríamos a fazer em 2021, ou seja, daqui a dez anos. que objectivos tínhamos atingido, obstáculos ultrapassado (...). a ideia era fingir que estávamos em 2021 a relatar o que tinha acontecido há dez anos atrás. o meu texto, que não tive oportunidade de acabar por escrito, mas mentalmente, focava vários pontos. uns mais óbvios e politicamente correctos que outros mas não menos importantes.
comecei por dizer que a minha vida profissional tinha começado há dez anos - 2011 - quando me tinha sido concedida a bolsa e passei quatro meses a estagiar numa empresa em amesterdão. regressada a portugal, em 2012, fui aceite numa agência de publicidade e comunicação onde, actualmente - 2021 - era directora criativa e geria uma série de campanhas de marcas portuguesas e estrangeiras. estava em união de facto com o pai dos meus três filhos numa generosa casa perto do saldanha. nutro uma grande paixão pelo meu companheiro (de há dez anos) e o meu filho mais novo tem um ano. estou há dois anos a fazer doutoramento na área do design de comunicação - sob um tema que fica por revelar - e foi-me feita uma oferta recente para ir trabalhar para Nova Iorque, como representante da minha agência.
este era o meu texto. alguns pormenores acrescentados, mas grosso modo sim. agrada-me bastante esta imagem e devo dizer que é realmente onde me quero ver daqui a dez anos. também referi que gostava muito de ir para o estrangeiro mas é importante estabelecer bases primeiro e conhecermos aquilo que podemos ou não deixar para trás. por estranho que parece, não quero construir vida em mais lado nenhum, adoro bastante a ideia de cá ficar - com alguma experiência lá fora claro. e vocês? o que se vêem a fazer daqui a dez anos?
um dos exercícios pedia que escrevêssemos um pequeno texto a descrever o que estaríamos a fazer em 2021, ou seja, daqui a dez anos. que objectivos tínhamos atingido, obstáculos ultrapassado (...). a ideia era fingir que estávamos em 2021 a relatar o que tinha acontecido há dez anos atrás. o meu texto, que não tive oportunidade de acabar por escrito, mas mentalmente, focava vários pontos. uns mais óbvios e politicamente correctos que outros mas não menos importantes.
comecei por dizer que a minha vida profissional tinha começado há dez anos - 2011 - quando me tinha sido concedida a bolsa e passei quatro meses a estagiar numa empresa em amesterdão. regressada a portugal, em 2012, fui aceite numa agência de publicidade e comunicação onde, actualmente - 2021 - era directora criativa e geria uma série de campanhas de marcas portuguesas e estrangeiras. estava em união de facto com o pai dos meus três filhos numa generosa casa perto do saldanha. nutro uma grande paixão pelo meu companheiro (de há dez anos) e o meu filho mais novo tem um ano. estou há dois anos a fazer doutoramento na área do design de comunicação - sob um tema que fica por revelar - e foi-me feita uma oferta recente para ir trabalhar para Nova Iorque, como representante da minha agência.
este era o meu texto. alguns pormenores acrescentados, mas grosso modo sim. agrada-me bastante esta imagem e devo dizer que é realmente onde me quero ver daqui a dez anos. também referi que gostava muito de ir para o estrangeiro mas é importante estabelecer bases primeiro e conhecermos aquilo que podemos ou não deixar para trás. por estranho que parece, não quero construir vida em mais lado nenhum, adoro bastante a ideia de cá ficar - com alguma experiência lá fora claro. e vocês? o que se vêem a fazer daqui a dez anos?
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
primeira quinzena de janeiro
e passaram-se os dois dias, as três noites e a madrugada. cheguei sensivelmente às 07 e 30 da manhã ao aeroporto de lisboa exausta de um intensivo fim-de-semana em barcelona. (re) vi praticamente tudo o que havia para ver.
começamos o primeiro dia (sábado) pelas ramblas numa caminhada à zona gótica da cidade. arco do triunfo, jardim da cidadela, casas do governo, museus da cidade, pracetas e pracinhas e ruelas. depois de almoço metropolitamos até ao parc guell do famosíssimo gaudí. para ser sincera, é das obras que eu mais gosto dele. pouco mais me apraza. entre fotos, abraços e beijinhos, descemos em direcção à sagrada família que, ainda em construção, contemplamos de fora. para além do bilhete ser muito caro, a fila dava volta ao quarteirão. já com os pés estoirados fizemos uns bons 6 ou 7 kms a pé até à praça catalunya. passamos por duas ou três casas do gaudí e descemos a avenida das melhores lojas do mundo. já nas ramblas, rumamos ao porto e à marina onde passeamos e vislumbramos as casas (aparentemente recentes) com vista para o mar. é um passeio agradável de final de tarde. à noite jantamos, bebemos e conversamos. fiquei completamente extasiada com o serão. dá direito a um :)
domingo acordamos mais tarde e fomos direitos ao museu do chocolate (xocolata). comprar souvenirs e postais. já se fazia tarde, portanto apanhamos o metro para o montjuic, a zona mais alta da cidade, cheia de castelos, palácios e parques recreativos. de teleférico vimos o topo, com uma vista espectacular sobre a cidade. descemos, mais uma vez de teleférico, e a meio do monte fomos a pé procurar um restaurante para almoçar. acabamos por abancar no estádio olímpico de barcelona (onde foram os jogos olímpicos de 1992). continuamos a descer até ao castelo de espanha e praça de espanha. como ainda tínhamos tempo, fiz o favor de ver o estádio de barcelona (e por acaso ontem houve jogo). não fossem os bilhetes tão caros e assistíamos. à noite, com tapas e cerveja vimos o jogo do real madrid, ainda passeamos pelas ramblas acima à procura de um restaurante. completamente estoirados acabamos a noite no hotel, nada mentalizados para acordar às 04 e 30 da manhã. o voo é sempre a pior parte, mas fui e vim distraída.








começamos o primeiro dia (sábado) pelas ramblas numa caminhada à zona gótica da cidade. arco do triunfo, jardim da cidadela, casas do governo, museus da cidade, pracetas e pracinhas e ruelas. depois de almoço metropolitamos até ao parc guell do famosíssimo gaudí. para ser sincera, é das obras que eu mais gosto dele. pouco mais me apraza. entre fotos, abraços e beijinhos, descemos em direcção à sagrada família que, ainda em construção, contemplamos de fora. para além do bilhete ser muito caro, a fila dava volta ao quarteirão. já com os pés estoirados fizemos uns bons 6 ou 7 kms a pé até à praça catalunya. passamos por duas ou três casas do gaudí e descemos a avenida das melhores lojas do mundo. já nas ramblas, rumamos ao porto e à marina onde passeamos e vislumbramos as casas (aparentemente recentes) com vista para o mar. é um passeio agradável de final de tarde. à noite jantamos, bebemos e conversamos. fiquei completamente extasiada com o serão. dá direito a um :)
domingo acordamos mais tarde e fomos direitos ao museu do chocolate (xocolata). comprar souvenirs e postais. já se fazia tarde, portanto apanhamos o metro para o montjuic, a zona mais alta da cidade, cheia de castelos, palácios e parques recreativos. de teleférico vimos o topo, com uma vista espectacular sobre a cidade. descemos, mais uma vez de teleférico, e a meio do monte fomos a pé procurar um restaurante para almoçar. acabamos por abancar no estádio olímpico de barcelona (onde foram os jogos olímpicos de 1992). continuamos a descer até ao castelo de espanha e praça de espanha. como ainda tínhamos tempo, fiz o favor de ver o estádio de barcelona (e por acaso ontem houve jogo). não fossem os bilhetes tão caros e assistíamos. à noite, com tapas e cerveja vimos o jogo do real madrid, ainda passeamos pelas ramblas acima à procura de um restaurante. completamente estoirados acabamos a noite no hotel, nada mentalizados para acordar às 04 e 30 da manhã. o voo é sempre a pior parte, mas fui e vim distraída.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
D day
vinte e dois já cá cantam e não poderiam ter cantado de outra forma.
entre amigos e família, o meu dia foi agitado, preenchido, emocionante e ternurento. pela primeira vez não passei o dia com o meu pai e o namorado não está cá no primeiro aniversário que comemoro. por outro lado, estive sempre (bem) acompanhada e o dia acabou com um jantar no hard rock com uma lista selecta - por motivos financeiros - mas não menos deliciosa. desforrei-me um bocado na dieta e comi um grande hamburguer no pão com molho e queijo. recebi também uma bolinha de gelado com uma vela e tive direito a uns parabéns muito (e demasiado) públicos. o final da noite reservou uma surpresa boa e inesperada (como é de esperar de uma surpresa).
obrigada pelas mensagens, pelos abraços, pela companhia, por tudo! (ultimamente agradeço demasiado)
entre amigos e família, o meu dia foi agitado, preenchido, emocionante e ternurento. pela primeira vez não passei o dia com o meu pai e o namorado não está cá no primeiro aniversário que comemoro. por outro lado, estive sempre (bem) acompanhada e o dia acabou com um jantar no hard rock com uma lista selecta - por motivos financeiros - mas não menos deliciosa. desforrei-me um bocado na dieta e comi um grande hamburguer no pão com molho e queijo. recebi também uma bolinha de gelado com uma vela e tive direito a uns parabéns muito (e demasiado) públicos. o final da noite reservou uma surpresa boa e inesperada (como é de esperar de uma surpresa).
obrigada pelas mensagens, pelos abraços, pela companhia, por tudo! (ultimamente agradeço demasiado)
terça-feira, 1 de junho de 2010
bang bang bang
tiro depois de tiro depois de tiro. hoje até estou de bom humor e passei o dia - braza - bem disposta e a saltitar. sinto-me sempre bem quando isso acontece. só fiquei mais chateada porque prometi que fazia o jantar para a minha amiga e não fiz - cheguei demasiado tarde a casa. mas amanhã haverão recompensas! e das boas! sim, porque eu não me fico por meias tigelas. suponho que esta boa disposição também tenha a ver com o facto de ter retomado o ginásio. agora que a vaga de trabalhos amenizou, consegui voltar mais ou menos à minha rotina ergo sinto-me melhor. por outro lado, o meu cabelo tem andado esquisito. mais comprido. mas esquisito. ontem imaginei como estará no final do verão. quero deixá-lo crescer. tenho saudades da minha cara com cabelo comprido. ah! e hoje também é dia de Grey's Anatomy, o que acrescenta um bocadinho de felicidade e ócio ao meu dia comprido e solarengo. vou tomar um banhinho de água fria para escorrer de mim tudo aquilo que o dia me deixou (paneleirices, eu sei, mas tenho-me sentido bem fofa).
sábado, 15 de maio de 2010
viva la vida ~
há pessoas que conseguem mudar a nossa vida sem que nos apercebamos. é uma sensação espectacular pensar que existe essa capacidade e está incutida em alguém que pode nem saber.
hoje o sábado é meu. é para eu aproveitar. sem me preocupar com datas de entrega e afins.
:)
hoje o sábado é meu. é para eu aproveitar. sem me preocupar com datas de entrega e afins.
:)
quarta-feira, 12 de maio de 2010
sushi + boa companhia = almoço ideal
gostava de ter dinheiro para almoçar todos os dias fora com alguém que significa muito para mim. adoro estes pequeninos bons momentos em que me sinto bem, tenho boas conversas, com substância e significado e que realmente despertam boas sensações em mim - e esperançosamente na outra pessoa. apercebi-me que não consigo deixar de ser quem sou porque há quem goste de mim assim. e quem gosta, quem realmente gosta, vale a pena! que saudades de ser a pessoa que sou contigo. falta-me mais tempo para estar contigo.
um beijo.
um beijo.
quarta-feira, 3 de março de 2010
fuccia
eu sei que pode ser de menina mimada o ter um carro novo. não em segunda mão, não do pai, da mãe ou do tio afastado. novo! mas sabe bem. e sei que daqui a uns anos ainda vou agradecer ao meu pai pela prendinha, modéstia à parte. nunca experimentei nenhum aparelho tão grande novinho em folha e a sensação de ter uma coisa minha e só minha, que dura, pelo menos 8 a 10 anos, é óptimo. a estima e o valor ultrapassam quaisquer preocupações - momentâneas. claro que, ataques de pânico também são frequentes: não feches a porta com tanta força, limpem os pés antes de entrar, ordinários que fazem rés-vés, levar 15 minutos a estacionar na garagem suicida do prédio para ter a certeza que não raspa. sabe bem. espero que possam ter também essa experiência e que a partilhem. e também me vão agradecer um dia.
:)
:)
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
a antítese de fazer planos II
quem espera sempre alcança
já diziam...
uma boa continuação de dia para toda a gente que o meu, por enquanto, está a correr muito bem. mas cuidado que ainda são só 13h26!
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