quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

stand by me!

acumulam-se planos, desejos, vontades e estou cada vez mais confusa com aquilo que vou fazer do meu futuro. ontem fui à primeira entrevista, desde que comecei a enviar portfolios, e fiquei com uma sensação relativamente neutra. não sei bem se correu como deveria correr, se correu mal. ficaram de me dizer qualquer coisa para a semana e, interessantemente, pediram para avisar se a minha agenda tivesse outros planos - coisa que parece ter. estas semanas são decisivas e tomei a liberdade de me propor um novo formato de blog se o que eu (tanto) quero se concretizar. há coisas das quais não devemos fugir e arriscar em oportunidades que se impõem é sempre um dos passos mais importantes para a nossa realização.

já expressei várias vezes a minha vontade de sair de portugal e procurar calor noutro lugar do mundo. a vontade é cada vez maior portanto, novidades avizinham-se. mais não posso pedir!


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

para não dizerem que eu só escrevo.

ainda no viveram felizes para sempre.

começamos a manchar as relações. seja lá com o que for. uma mentirinha aqui. uma omissão ali. um sorriso falso. há qualquer coisa que parece começar a correr mal até culminar com o término da relação. aquilo que existia quebra-se e ficamos amargurados com o amor. nunca deixei de pensar que iria encontrar outra pessoa quando eu e o meu ex-namorado acabámos. sempre fui bastante realista. dito e feito, menos de um ano depois estava com o meu actual. alguém que já conhecia há muitos anos mas nunca estabeleci uma relação para além de brincadeiras em criança e 'olás' fortuitos. sempre tive uma queda por ele. mas muito soft. para além de ser um ano mais novo que eu, nunca achei que se fosse interessar por uma rapariga como eu. e ao fim e ao cabo, ele achava o mesmo. não posso dizer que deixei de ter a minha atitude inocente, de criança em relação a ele. independentemente de todo o tempo que passamos separados por razões que para aqui não são chamadas. acho que sou pouco capaz de mentir. e com ele as coisas acontecem de uma forma bastante inesperada. ao contrário de vários aspectos na vida dele, eu não faço parte de uma rotina. acabamos sempre por estar juntos em situações diferentes e é isso que me deixa feliz neste ano e meio. e agora que se abrem possibilidades à nossa frente, fico perplexa com a vontade que ele tem para estar comigo, muito na sua inocência também. apesar de achar que somos duas crianças, algum dia temos de crescer e enfrentar o que se avizinha. estejamos juntos ou não. mas na minha modesta opinião, preferia que estivéssemos juntos. um par de cabeças loiras é sempre bom!

domingo, 22 de janeiro de 2012

argh!

aquilo que me perguntam: passa-se alguma coisa?
aquilo que eu respondo: não!

aquilo que eu queria responder: se se passa alguma coisa? não, eu estou com cara de cú porque gosto!

e viveram felizes para sempre

estive a pensar e cheguei à conclusão que as relações no início são como as crianças: bastante inocentes, crédulas, ingénuas e sempre a acreditar nos contos de fada, nos príncipes e princesas e finais felizes. Depois começamos a aperceber-nos que as coisas não são bem assim. Começam a aparecer rainhas más, maçãs envenenadas, bruxas, caçadores ou o Scar. seria tudo tão mais simples pelos olhos de uma criança.

sábado, 21 de janeiro de 2012

this is it.

mas isto não significa que a minha vontade não seja passar a vida com ele. que é. ainda mais agora. posso certamente dizer que a palavra certa está próxima de ser dita. sem querer parecer melodramática.

novas direcções.

apetece-me que o meu esforço compense.

estou farta de me esforçar em certos aspectos da minha vida e não obter resultados. ou resultados que me agradem. falo sério quando quero ser uma pessoa vocacionada e dedicada ao trabalho e à área que aspiro fazer da minha vida. quero que o design seja o meu objectivo em qualquer sentido que isso signifique. no outro dia, em conversas muito curtas por mensagem com uma amiga falávamos de fazer sacríficios amorosos pelos frutos de uma oportunidade laboral. verdade seja dita, acho que a longo prazo me poderia arrepender. mas nesta altura tão incerta era bem capaz de abdicar daquilo que tenho. não quero ser uma pessoa presa a algo que pode ou não durar. acredito bastante naquilo que tenho agora e as últimas semanas têm sido bastante intensas e reveladoras. mas não estou disposta a deixar de ir viver e trabalhar fora de portugal por outra pessoa. a paixão e dedicação que ela dá àquilo que faz inspira-me a fazer o mesmo. acreditar naquilo que faço dá-me vontade de largar tudo o que tenho e enfrentar um país diferente. sou sincera, o brasil é a minha opção de eleição. e estou a tentar de tudo para me fazer à vida lá. quero conhecer e saber mais. e quando digo nos meus e-mails de apresentação que estou super motivada para levar avante a minha vontade não minto.

por mais que queira ter tudo, não consigo. nem eu nem ninguém. resta-me tentar. e eu não sou rapariga de desistir. pelo contrário. portanto, com um pé dentro de portugal e outro fora, arranco agora as minhas raízes, dispo-me de medos e procuro o rumo ao sudoeste.