apetecia-me tanto, tanto, tanto um daqueles pacotes gigantes de pipocas estaladiças, docinhas, a desfazerem-se na minha boca.
daqui a pouco gula, daqui a pouco!
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
a pior ressaca do mundo #3
mais um ciclo, mais uma vez. apesar de que, o período me tornou amorfa e quase imperativa em relação à tua partida. não deixo de me sentir menos triste, só não transparece tanto. tenho de me começar mesmo a habituar a que o aeroporto seja uma espécie de programa ponto de encontro.
interconectividades (?)
há uns dias fui ter com o meu orientador e falámos sobre o meu ponto de situação. através de uma leitura na diagonal dos capítulos que eu já tinha adiantado, ele apercebeu-se de que faltam algumas referências bibliográficas, o traçar de opiniões de diferentes autores e cruzar de conhecimentos e constatações. assim, comecei eu a traçar na minha cabeça a multiplicidade de contactos que existem e nós desconhecemos. contactos humanos, entre uma, duas, três, inúmeras pessoas. uma vez li ou disseram-me que conseguimos chegar ao presidente Obama em apenas oito pessoas. eu conheço aquele, que conhece outro, que fala com outro, que diz que tem o contacto e bam, estamos na casa branca! gostava de testar essa teoria, e já agora, isto vem a propósito que duas pessoas que soube recentemente que se conheciam e estou em constante contacto com uma e nunca me tinha chegado ao ouvido a existência remota desta relação. este cruzamento de pessoas é um bocado o que o facebook faz. somos amigos de alguém com quem partilhamos amizades comuns e que tem outros amigos com quem também poderemos partilhar amizade mas que não está marcado como amigo. se nos metermos nisto é um bocado confuso, mas faz tudo relativo sentido. acho.
terça-feira, 3 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
~~ oh simple thing where have you gone #2
a propósito do post anterior, lembrei-me que no fim-de-semana que estive em lagos falei com a minha mãe sobre ser criança. quando nascemos e vamos crescendo, estamos bem isentos das maldades do mundo. não nos apercebemos da realidade da vida, das pessoas ruins, da morte, do cinismo, do egoísmo. o mundo vai-nos transformando e tornando monstrinhos que andam aos batuques uns nos outros.
disse isso à minha mãe e ela riu-se. não sei se em tom jucoso ou porque achou piada à ideia!
disse isso à minha mãe e ela riu-se. não sei se em tom jucoso ou porque achou piada à ideia!
~~ oh simple thing where have you gone
falamos muitas vezes em começos. inícios. algo por que nos sintamos motivados. mas para isso, precisamos, normalmente, de dar algumas voltas radicais ou se quiserem mudanças drásticas. tipo, dar alguma roupa do armário, perder peso, cortar o cabelo, usar maquilhagem, deixar de acreditar em soluções temporárias. um professor de marketing uma vez disse que nas empresas não devem existir planos a longo prazo. mas na vida não me parece que seja assim. há coisas que temos e se deve fazer diariamente, sempre. manter uma alimentação saudável, fazer exercício, ler, ouvir música, dar miminhos (a nós e aos outros), tratar-nos com alguns momentos sozinhos.
eu tenho o meu plano a longo prazo onde algumas arestas têm de ser limadas, urgentemente. o problema é que estão sempre, sempre, sempre a ser. a motivação não é o meu forte e de hoje em diante, quero que seja. ora, a longo prazo!
eu tenho o meu plano a longo prazo onde algumas arestas têm de ser limadas, urgentemente. o problema é que estão sempre, sempre, sempre a ser. a motivação não é o meu forte e de hoje em diante, quero que seja. ora, a longo prazo!
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